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O novo modelo da Champions foi sem dúvida baseada nesta minha ideia de 2012, enviada a várias entidades por email. Na altura eu "disse" o seguinte:
- “Sabemos quem é o campeão, mas não quem é a melhor equipa”.
Vê mais abaixo o email e a data em que enviei a ideia do novo modelo de champions league (mistura de eliminatórias e campeonato) e porque foi enviada e bem assim as fotos (2012). Está lá algo praticamente igual.
Esta era a ideia em 2012:
1. Inicialmente a liga tem 4 grupos entre todas as equipas apuradas nos respectivos campeonatos, factualmente cada grupo tem 8 equipas ou mais, ou tem 8 equipas e outro grupo tem mais equipas para ser mais abrangente...
2. Eliminatórias: 8 Equipas até à fase final.
3. As equipas apuradas para os oitavos de final (16 equipas apuradas) dão lugar a 8 equipas vencedoras e depois as 4 equipas finais jogam um mini campeonato entre si, cada uma defronta todas as outras.
4. Dos dois primeiros lugares sai o campeão diretamente ou através de mais um jogo (tira-teimas).
5. Dos dois últimos lugares também sairia diretamente o 3º e o 4º lugar diretamente ou através de mais um jogo.
NOTA: As partes 4 e 5 foram algo alteradas, porque podiam as mesmas equipas se defrontarem mais de 3 vezes o que era fastidioso (caso do Benfica e Real Madrid), devido à liga ser uma mistura calculada por campeonato, grupos e eliminatórias ao mesmo tempo.
1. Outras Actividades
Várias patentes de invenção registadas
Fundador do CIS-JuveCriativa Portugal, entidade roubada por organização terrorista africana e aberta em outro local escondido mas já descoberto, depois de várias tentativas criminosas de afastar ou matar o fundador por actos simulados e simulação de doença (em 2000 e 2004 - habitual modo de actuar na margem-sul).
Autor mediato do Festival da Canção Jovem Cristã entre paróquias, Igreja de Paio Pires, em 1984.
Criador do “Emprego do Estudante” e “Emprego de Verão”, 350€ por semana aos animadores: 97/98.
Fundador do protocolo com o “Livro Mundial das Invenções”, de Anne Valerie Giscard D´Estaing, 1998, primeira invenção portuguesa publicada em 1998, página 143 (cadeira e mesa, Gonçalves e Manuel Dias, de Barcelos).
Criador do “Troféu Internacional Golden Egg”, IENA 98 em Nuremberga
Criador da marca JuveCriativa Portugal, 1995
Projecto “Quiosque Ovo”, 1995
Projecto Inventions Team, 2003/4
Projecto “O Circuito da Invenção”: Com a “Feira de Tecnologias” (1996/98, espécie de Web Summit), e o “Show dos Inventores empreendedores” (espécie de Sharktank, 2006/7).
Novo sistema de Champeons League, reduzir a corrupção e mostrar o vendedor mais justo, 2011 (remetido para a FPF, por email, a ideia era um campeonato normal e depois as elimiminatórias a duas mãos porque assim já se conheciam os maiores valores para aplicar as eliminatórias, era para reduzir os sorteios, mais ou menos igual ou na forma actual da Champions League).
Projecto “Jogos de Entretenimento e Promoção”, registos de autor na IGAC, 2011
Projecto “AdPrizesPlus, publicidade por marca de rede e anúncios marcados”, 2015
Projecto Tombola Analógica-Digital, aplicação web para todos os sorteios e rifas, 2011
Participação em Programas de TV e Rádio, 1991 a 2000:
1ª Entrevista na RTP com Judite de Sousa, Jornal da Tarde - 1990.
Entrevistas ou notícias na imprensa portuguesa e estrangeira, 1991 a 2000
Exposições e conferências em escolas e universidades, 1991 a 2000
Exposições na Feira do Empreendedor, Porto e FIL Lisboa, 1991 a 2000
Prémio Internacionais
Prémios de criatividade e invenção em Nuremberga, Bruxelas, Genéve, Paris: Duas medalhas de ouro, quatro de prata e 6 de bronze, 1990 a 1998.
Premio especial da média francónia, IENA 92 em Nuremberga (4 medalhas 1992).
Inventor com mais medalhas no IENA 92: Medalha de ouro, 1 prata e 2 de bronze.
Prémio especial da Prefeitura de Polícia, Paris (“O Carro sem Chaves”, contra atentados à bomba.), Paris 1993.
2. Prémios Nacionais
Prémio Padre Himalaia, Câmara da Amadora e Associação Portuguesa de Criatividade, 1993.
Dois Troféus Gandula, de Wilson Brasil e Gazeta dos Desportos: 1992 e 1993.
3. Obras Principais:
BINET- BI da Internet e assinatura electrónica do cidadão, 2014
A factura Electrónica, E-factura, 2009 – XIX Governo Constitucional
O IRS, IRC e IVA Automáticos, 2009 – XIX Governo Constitucional
O Diagrama do Conhecimento, da Partição Económica e da História, 2008/9
Teoria da Invariabilidade Inversa e Relativa (2011-18, as novas definições de tempo e espaço, invariabilidade fixa, desgravidade, movimento perpétuo, etc.) O espaço paradoxo do tempo, espaço o que não existe e o tempo as existências.
Teoria de Tudo: “Tudo o que não é relativo não existe” (2019).
As 3 fases da verdade relativa (2004): Intergir sobre o entendimento do acto de conhecer.
Campeonato do Mundo/Liga dos Campeões novo formato, retirar os sorteios, a espionagem e a corrupção. Disse: “Sabemos quem é o campeão, mas não quem é a melhor equipa”.
Linha horizontal de 4 grupos: Apuração directa, PlayOff 1, PlayOff 2, Excluidos.
O Treinador Psicológico da Intuição Colectiva, 2011
O treinador da Inteligência, 2011 Futebol
A Pontuação dos Cinco Escalões - Futebol
A Relação Tempo/Existência versus Espaço/Tempo, 2013
As 4 Fases da Criação, 2004
O Código da Intuição Humana, 2004
O Código da Vida, 2004
A Pirâmide Forense, 2004
As Definições Certas, 2008/18
O que é o Direito, a Verdade, a Justiça e o Crime, 2008/18
A Justiça Política, 2015
A invariabilidade Técnica da Corrupção, 2015
O Código da Revolução Fria (Orutuf Lagutrop), 2004
Os Seseugutrop na Cidade de Laxies, 2004
A Lei, o Estado e o Estado Sombra sob a Capa de Fé-pública, 2009/18
A Policia dos Direitos Humanos, 2009
Setarkos, a Vingança do Traidor, 2009
A Revolução das Letras, das Crises e dos Direitos, 2009/10
O Egoísmo Ideológico, 2010
A Lei, o Poder Politico e o Estado Sombra, 2010
O Nazismo Negro e o chavão “Racismo” (historia real de amizade entre dois reclusos, um branco e outro de Cabo Verde, em que este último conta o que “…Os negros também fizeram aos brancos e que um dia também pode existir o NN-Nazismo Negro…”), relacionado com as minutas de caracter nazi (meios enganosos) ou documentos forjados emitidos pelos tribunais e reparições de finanças, 2013 a 2017.
O Mal Natural e a Ilicitude, 2013 a 2018
A Origem e a Causa da Vida, 2013
A Origem e a Causa do Mal, 2013
Porque se acredita, o que é a Fé, 2013
Criacionismo ou Evolucionismo, 2013
Os 12 Mandamentos, 2013
2015 DV (Depois da Verdade, 2012/13
Festival da Canção entre paróquias, 1984
A Estratégia do Festival da Canção, 2011/2017
Várias Empresas e Viagens Num só Bilhete, 2014/16
Invariabilidade Inversa e Relativa, 2015
Teoria de Tudo: Tudo o que não é relativo não existe, 2018
1ª Fase da Verdade Relativa – Interagir sobre o entendimento do acto de conhecer.
O Tribunal Sombra, 2017/18
O Particídio, 1996/2018
Dolo (), Ilicitude () e Culpa (), 2017
Módulo do Pleno Emprego, 2011/2018
Concurso Acredita Portugal, Montepio 2019 - 9ª Edição - Projecto AdPrizes+, Publicidade por Marca de Rede ADPrizes+: Projeto seleccionado entre 10.340 candidatos.
As Subcategorias da Separação de Poderes, 2019
A Exploração de menores, 2019
Teoria da Verdade Justa, 2019.
4. Publicações/Livros – AMAZON – Miguel Meireles:
O Diagrama do Conhecimento:
Teoria da Invariabilidade Inversa e Relativa:
5. Publicações na Wikipédia, 2011:
ATENÇÃO: As publicações podem estar revertidas ou alteradas em relação ao original.
“Utilidade (economia), é o grau de rentabilidade ou satisfação que obtemos do uso das coisas, uma medida de satisfação relativa a um agente da economia.” Esta definição foi criada no curso superior de direito, UAL, 2008, aulas de economia política.
In O Diagrama do Conhecimento, da Partição Económica e da História https://pt.wikipedia.org/wiki/Utilidade_(economia)
“Qualidade, é o grau de utilidade esperado ou adquirido de qualquer coisa, verificável através da forma e dos elementos constitutivos da mesma e pelo resultado do seu uso.” Esta definição foi criada no curso superior de direito, UAL, 2008, aulas de economia política.
In O Diagrama do Conhecimento, da Partição Económica e da História.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Qualidade
“Amor, é o grau de responsabilidade, utilidade e prazer com que lidamos com as pessoas e coisas que conhecemos, pelo desejo ou vontade de querer e fazer o bem e coisas boas - In O Diagrama do Conhecimento, da Partição Económica e da História” https://pt.wikipedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Amor
Miguel Calejo é o autor da E-factura, um serviço do Portal das Finanças que permite obter o IRS, IRC e IVA automáticos, em suma a contabilidade automática. É um processo de facturação electrónica criado em 2009 pelo inventor português. A ideia era simples, fazer passar o pagamento das facturas automaticamente pelas Finanças e a partir dos terminais multibanco e das registadoras, quando se faz no pagamento de compras e serviços. O processo vai desde o terminal de compras pagas nos terminais AT das lojas e do Multibanco (poderá incluir as transacções bancárias destinadas a pagamentos de compras), e que, ao registar todas as despesas das pessoas e transacções das empresas, com apoio de uma nova máquina registadora e do respectivo programa, realiza a facturação pessoal, a facturação das empresas, o IRS e IRC e o IVA automáticos, simplesmente através da introdução do número de contribuinte ou através da inserção dos dados das facturas no portal das finanças como meio de complemento. A área de actividade e a rubrica de despesa ou da contabilidade nas facturas são automáticas por conter o código do produto. O seu autor chegou a solicitar ao Estado Português que atribuísse um incentivo, tendo em conta que os contribuintes iriam ter de inserir os dados das facturas através do Portal das Finanças. Assim, foi criada a Factura da Sorte, com a atribuição de cupões consoante o valor das facturas, e os prémios eram veículos automóveis. Mais tarde o prémio passou a ser oferecido em Certificados do Tesouro Poupança . https://pt.wikipedia.org/wiki/Fatura_eletr%C3%B3nica
Relação Tempo/Existência versus Espaço/Tempo.
Espaço, o que não existe, para ser ocupado.
Tempo, são as existências ou coisas e acontecimentos (a sua velocidade). Um valor medivel entre o inicio e o fim de uma coisa, acção ou acontecimento.
O tempo ou infinito e o espaço não são a mesma coisa, contrariando Albert Einstein, porque o espaço é o que não existe ou que não está ocupado e o tempo é o infinito (as existências), ou seja, o que existe em sequência. Quer dizer que as existências é que fazem o tempo na sua passagem pelo espaço, daí que sem epaço adequado não pode ali haver mais nada.
O infinito é a sequencia de semi-infinitos sem uma data final predefinida, porque no universo ou natureza nada se perde e nada ganha materialmente, tudo se transforma em sequencia, daí a criação e a idealização de Deus.
O tempo é a existência (as coisas), ou seja, tudo o que existe desde a terra, coisas e animais e pessoas. Em suma o tempo é a relação ou acontecimentos entre as existências e em si mesmas e essa relação no espaço é que forma o tempo (dentro do ambiente e este dentro do espaço). O espaço é aquilo que não existe e o tempo é tudo o que existe.
Na teoria de Albert Einstein tem alguns equívocos, porque para haver espaço é preciso primeiro haver um tempo (algo e sob qualquer forma que precise de espaço), em suma o criador ou tempo, porque o tempo é que pode fazer haver o espaço ou manda no espaço, para haver tempo é preciso haver uma existência, e por isso é que as existências não são imortais, excepto eventualmente em outra dimensão. Ou seja, primeiro o tempo, este precisa de um espaço, aquilo que não existe, daí que tem de ser criado.
Quanto muito, antes do espaço ou vazio (aquilo que não existe e onde aparece tudo o que existe), havia outro algo.
Daí que a toria de Darwin é apenas uma teoria assim como as teorias religiosas, ou seja, não passam de ideologias, são verdades ideológicas que formam normas ideológicas ou culturais, ou algo que nunca será proavdo porque é inexequivel ao primeiro ser criado, ou 1ª coisa, conhecer o criador, por uma questão de incapacidade de saber a fórmula. Contudo as teorias religiosas, ao não se basearem em ideias ou em verdades ideológicas e respectiva caracterização ideológica da ciência, mas na moral ou bem, e por intuição humana, é a capacidade mais próxima.
Charles Darwin era apenas cientista da observação, faltou-lhe a ciência oculta da verdade ou 1ª fase da verdade relativa, bem longe do entender o acto de conhecer. Era o cientista lapalisse, porque aquilo que estudava era apenas o que via e daí tirava sózinho a sua verdade ideológica. Dizer que as espécies evoluem é uma lapalissada, porque não era preciso estudar tanto para chegar a uma conclusão de algo visivel para todos os seres.
Afinal, a evolução das espécies a partir de um ancestral comum substitui a descendência do mesmo modo religioso em que Deus é o ancestral comum, o que Darwin se esqueceu de explicar, por ter escrito apenas um manifesto (algo que aparece do nada ou a partir do meio, sem querer saber da causa), é quem é afinal esse ancestral comum da sua teoria.
Aliás, a Igreja não se dedica ao que todos já sabemos, mas ao que precisamos saber para além do acto de conhecer e para além de entender o acto de conhecer. Jesus Cristo, se não soubesse da ancestralidade comum jamais teria deixado os seus ensinamentos.
Agora sim há uma luz, as coisas terrenas ou materialistas são ideologias de esquerda ou dos ilicitantes, daí a sua principal caracteristica na DE-Doença do Esquerdismo, pois é o materialismo causa todos os males ao ver tudo como negócio, até as pessoas e até vendem a verdade como mentira ou mal, é por isso que quando são descobertos ficam sem palavras ou se escondem.
Por exemplo, na 1ª teoria geocêntrica a terra é o centro do universo, e está correcto para a altura e do ponto de vista geral, porque o efeito intuitivo e físico, em relação à teoria heliocentrica, é o mesmo, até porque, por intuição, a terra é o ponto de equilíbrio, em suma, significa o centro do universo ou do sistema solar.
Espaço é pois o paradoxo do tempo, espaço o que não existe e tempo as existências que o vão ocupar. Pois é assim que o espaço e o tempo existem porque são, ambos, coisas visiveis, entre o que existe está o espaço ou entre o que não existe está o tempo numa relação de invariabilidade inversa.
Não há variáveis, mas apenas invariáveis fixas, invariáveis e sub-invariáveis ou semi-invariáveis.
Tudo o que não é relativo não existe, logo tudo se descobre a partir da causa e tudo se cura através dela, pois para o homem nada é impossível (o que é formado por actos ou factos absolutos em resposta sequencial).
Não há espaço e nem tempo, se considerarmos que só há as existências que os formam. Logo podemos considerar o espaço e o tempo não como dimensões, mas como objecto de uma única dimensão global a que chamamos de infinito (o que não tem fim antes e depois, e não há pois nem antes e nem depois, destarte o presente é o limite entre o passado e o futuro porque sem ele nada antes e depois existe). Consideremos como passado não a sequência como presente mas um dado relativo porque o que não é relativo não existe.
O espaço não existe, só existe tempo (a existência ou passagem). Porque... imagine um corpo sozinho no universo. Onde está o corpo no espaço, onde está o espaço e como é que essa existência sabe o que é o espaço se não há mais nenhuma existência para reconhecer qualquer espaço entre elas?
Pois é, o espaço é tão só a diferença entre as coisas que existem. Não há espaço, sabemos apenas que o espaço é aquilo que só existe ou se reconhece se algo existir.
Portanto nunca digas "à velocidade da luz "no espaço", mas sim "no tempo" porque o espaço não existe. A não ser que se considere que o espaço é o infinito o que ainda é mais ridículo porque o infinito é constituído por partes finitas em sequencial.
O espaço e o tempo só existem numa existência e não como um todo, que é sempre a plataforma de outras, a contrário não haveria lugar na plataforma, por exemplo, na Terra a subsistência tornar-se-ia inexequível depois de alguns milhares de anos se as pessoas nascessem e nunca morressem.
Por exemplo, se um corpo estiver parado e o tempo assim andar mais depressa isso significa que o corpo fica igual apesar do tempo que passou. Ao contrário, se o corpo andar a alta velocidade e o tempo assim andar mais devagar então o corpo envelhece mais depressa, porque a velocidade é o tempo.
Uma coisa é o tempo gasto ou velocidade e outra bem diferente é o tempo da existência. Por isso é que umas pessoas parecem mais velhas do que outras apesar de terem a mesma idade. A mesma idade é o tempo da existência e a velocidade é o tempo gasto para realizar as acções e são estas que…
Andar a velocidade numa nave espacial o corpo está parado, a nave é que vai em velocidade.
A velocidade é o tempo gasto e por isso um corpo parado ou sem velocidade não gasta tempo decorrido, mas apenas tempo de existência.
A existência é uma sequência de semi-infinitos; ou seja, de acontecimentos com inicio e fim, pelo que é a existência que produz o espaço, daí que o espaço seja também uma existência.
Se você quiser criar algo tem de ter uma plataforma, por exemplo, quer fazer um desenho, a plataforma é uma folha de papel. Você coloca um desenho num local do espaço existente; ou seja, a folha. E vai criando mais desenhos até precisar de mais espaço, e vai buscar outra folha.
E assim sucessivamente; ou seja, primeiro terá de haver uma existência que crie outra na seguinte sequência: 1º A primeira existência criou uma plataforma (folha de papel), depois o homem e depois o lápis e a borracha. Então o homem começou a fazer desenhos na folha de papel e apagava-os quando queria para transformar o desenho à sua maneira.
O local na folha de papel onde criou o 1º desenho é o ponto no espaço e a altura em que o criou até o apagar é o tempo ou existência. Se encher a folha com desenhos, se não os apagar, vai precisar de mais espaço, isto é, de mais uma folha de papel. Portanto para ser criado novo espaço ou expandir o espaço você precisa de algum tempo, pois, ele é uma invariável fixa; ou seja, somos obrigados a obedecer-lhe, Tal acontece porque nada se cria sem o seu tempo, incluindo o espaço.
Um vazio tendo uma plataforma e com uma determinada dimensão é o espaço que existe para as respectivas existências. Portanto, essa plataforma foi criada, logo é uma existência (de tempo); ou seja, essa existência é que permite criar outras existências ou ser o meio de colocar outras existências (as coisas, os seres, etc).
O espaço é pois uma existência ou tempo e tudo existe, o tempo e o espaço, porque o tempo é existência, passagem ou acontecimento. Quando num qualquer ponto de uma plataforma se cria algo, por exemplo, no canto superior direito de uma folha de papel se colocar um “X”, isso quer dizer que tal se criou uma folha de papel para um determinado tempo, o “X” se fez num determinando tempo de criação, e para um determinado tempo de duração. Tudo isso, quem criou a folha de papel, o desenho do “X” foram existências em sequência umas das outras. O “X” não ocupa um determinado espaço mas sim um determinando tempo (ocupa um espaço na plataforma ou lugar e com uma duração de tempo).
Só existem tempos ou existências, o espaço ou vazio é a diferença entre as existências, até porque um espaço ocupado por uma delas pode ser também desocupado mas em qualquer dos casos não deixa de ser um espaço (ocupado ou não), logo assim esse espaço não existe o que existe é a coisa que o ocupa e desocupa.
Tudo existe até o espaço; ou seja, o espaço é também uma existência, daí que tempo e espaço sejam considerados como a mesma coisa. Mas na verdade o espaço não existe, é a diferença entre o que existe e o que não existe.
Numa folha de papel delineie um determinado espaço sem que exista tempo. Você fica parado porque não pode criar nada sem que tenha um tempo.
Delineie na folha de papal uma existência sem representar qualquer espaço.
Relação espaço/tempo/existência ou espaço-vazio e tempo-existência, na “Teoria da Invariabilidade Inversa e Relativa”: novas definições de espaço e tempo como invariáveis-fixas da existência. Espaço, é a distância entre o que existe, o vazio sobrante e o ocupado porque embora ocupado não deixa de ser espaço (plataforma do tempo e da existência, aquilo que não tem tempo mas que o produz). Existência, as coisas, e que por existirem produzem o tempo de si mesmas. Nós não vemos o espaço mas vemos que há espaço, porque o espaço é a diferença entre a existência e a não existência, pelo que o espaço não existe o que existe é tempo (é a coisa, e a coisa a existência e esta a passagem no mapa de tempo, há as coisas como plataforma ou meio, as coisas que a utilizam e outras que usam as coisas no infinito ou sequência de tempos. Tudo o que não vemos é que é espaço; ou seja, o espaço é tão só a passagem dos tempos, logo só existe tempo. O planeta “a” está ali e o “b” está além, pelo que onde é que eles se colocam, no espaço ou no tempo? Não são colocados no espaço porque ele não existe, não são colocados no tempo porque este é a passagem, então onde estão colocados, é num mapa de tempos. O tempo é pois a plataforma do que não existe e o que existe, o tempo onde e o tempo quando. Estamos colocados onde e quando sempre no tempo.
O tempo, a grandeza ou invariável fixa nunca produzida, mas que se traduz ao mesmo tempo no espaço como lugar, mas não como existência, o espaço onde e o tempo quando na existência, sendo o período, passagem ou duração das coisas no espaço (variáveis onde, quando e quanto). Tudo está colocado no tempo e para o tempo, até o espaço. Em suma, espaço é tudo aquilo que não é existência porque não o vemos, só vemos que há uma distância entre o que existe (mapa de tempo onde e quando), e tempo é tudo o que existe, incluindo a duração das acções (distância que medeia entre um início e um fim).
Centro, ponto que fica entre o princípio e o fim de todas as distâncias.
Meio, ponto que fica no meio de uma invariável global, podendo ser uma galáxia ou um ponto de equilíbrio (a teoria geoentrica da Igreja é verdadeira, apenas tem de ser interpretada para além do tempo em que foi pioneira e fora da DE). Porque na verdade a terra é o centro como ponto de equilibrio do sistema solar onde pode existir o infinito (todos os tempos ou todas as existências).
Nota: Não há dois substantivos que sejam a mesma coisa, excepto por analogia.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Tempo
Invariável Máxima, o desconhecido.
Invariável-fixa, é o que acontece sem ser possível alterar ou determinar, o que está fora do alcance da existência, nomeadamente a criação ou natureza, inclui o espaço, a existência e o seu tempo.
Invariável, o que apenas se altera com uma nova descoberta, ou uma nova produção ou uma nova realidade natural.
Sub-invariável: O que é criado pelo homem a partir de uma ideia invariável.
Outras Citações:
A responsabilidade é mais importante do que a verdade porque em princípio não se pode prejudicar ao mesmo tempo o erro e o bem.
Entre duas verdades ideológicas encontrarás a verdade justa.
A confiança é inimiga da responsabilidade porque não pode prever o erro ou uma alteração involuntária, mas pode esconder um propósito de uma das partes.
Etc...
Vou concluir a seguir...
"Primeiro é pensar em quanto
tempo se faz o quê !...